Quando falamos em estratégias de Marketing Digital, é quase impossível não pensar em uma boa gestão de redes sociais, certo? E isso contempla não só ter editorias bem definidas, copies persuasivos e um punho de ferro para fazer Social Ads eficientes (isso é, converter mais pagando menos), mas também saber como se relacionar com sua base para garantir confiabilidade, construção de autoridade no assunto e recorrência.

Atenção

Ao contrário de outros tempos, as mídias sociais tornaram a comunicação entre marca e usuário horizontalizada. Se antes as empresas pautavam os temas a serem discutidos pelos consumidores, hoje estes têm voz para trazer seus interesses (e o que os desagrada) para o conhecimento da empresa, seja em forma de comentários públicos ou de avaliações.

E, para que esse cenário horizontal seja positivo e atue a seu favor, é necessário ter atenção. Seja empático ao que o seu público fala, tanto sobre seu produto quanto sobre o conteúdo e seus formatos.

Caso uma dúvida seja recorrente nos canais de comunicação, por exemplo, por que não fazer um conteúdo (como um vídeo ou blogpost) sobre isso?

Além disso, não deixe os usuários falando sozinhos: se alguém dedicou tempo em comentar em uma publicação sua ou em mandar uma mensagem para sua empresa, essa pessoa não só quer ser ouvida, mas também espera ser respondida. Nesse cenário horizontal, lembre-se que sua marca é percebida como uma persona nas mídias sociais, para quem esse usuário irá recorrer quando precisar, e ninguém gosta de ficar no vácuo.

Interação

Um amigo seu postou um Instagram Story, há alguns minutos, sobre algum tema que faz você sentir vontade de conversar com ele a respeito. O que você faz?

É um palpite arriscado, mas imagino que você responda o Story dele para não perder o fio da meada,  comente algo e, a partir daí, vocês engatam uma conversa. Você sabe que poderia enviar uma SMS, mandar uma mensagem no WhatsApp ou, até mesmo, ligar para ele, mas o fato de ele ter publicado algo lá faz você pensar que irá responder mais rápido por este canal, certo?

Essa mesma lógica se aplica ao seu negócio e à sua audiência. Mesmo sabendo que podem entrar em contato pelo site, telefone ou outros canais oficiais, as pessoas irão procurar você pelo Instagram, Facebook ou outras redes para sanar suas dúvidas porque sabem que há uma probabilidade maior de resposta rápida.

Para não ocorrer quebra de expectativas, nada de responder em 24 horas ou mais: busque responder com agilidade, de preferência em no máximo 6 horas. Além disso, sua linguagem deve ser objetiva, mas sempre educada e atenciosa.

Conversão

Chegamos à parte em que, com certeza, você deve estar prestando máxima atenção: a conversão.

Você adapta seu material às diferentes mídias sociais, parametriza os links e publica tudo direitinho. Seu público clica, converte e (plim!) agora você tem leads. Parece ser simples, não?

Talvez até seja simples mesmo para uma primeira conversão/compra mas, sinto muito por cortar seu barato: ao chegar no final do funil de vendas, o jogo recomeça. Ou, melhor dizendo: você passa de nível e, com isso, ganha complexidade na jornada – agora, você precisa criar recorrência.

E como isso pode ser feito? Se sua fonte de leads é a oferta de conteúdo, ao interagir com sua audiência nas redes sociais, você pode ter vários insights de temas para abordar ou formatos mais palatáveis. Se seu funil é mais curto e a intenção é levar o usuário a encher o carrinho mais uma vez, é possível aproveitar as tendências nas mídias sociais e datas comemorativas para levar a audiência a conferir seus produtos.

Conclusão

Se você for atento ao comportamento da sua audiência, interagir com ela de forma humanizada e conquistar sua confiança oferecendo conteúdos que tenham a ver com seu público, você conseguirá não somente a recorrência, para que sigam aceitando suas ofertas, e a recomendação para potenciais novos leads, mas também estará construindo uma comunidade engajada em torno da sua marca.

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